Conheça a Mono, marca brasileira que aposta no design aberto

Novo conceito, também conhecido como open-source, é introduzido no mercado brasileiro.

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Design aberto, opensource, open design ou design livre. Todos os termos são usados para definir uma forma de trabalho que ganha cada vez mais adeptos no mercado internacional. Designers e marcas têm optado por colocar os arquivos dos seus produtos à disposição para que interessados possam produzir os móveis por conta própria em diferentes partes do mundo.

No Brasil, uma das primeiras empresas a adotar o conceito foi a Mono Design, fundada em julho de 2015 pelo Studio dLux.

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“Liberamos um arquivo de AutoCAD com o plano de corte da chapa e a produção se dá via fabricação digital. Todos os produtos têm uma patente. As pessoas podem baixar livremente os arquivos para uso pessoal, mas nunca com fins comerciais”, explica o arquiteto Denis Fuzii, à frente da Mono e do Studio dLux, ressaltando a economia nas despesas com o transporte como um dos maiores benefícios.

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Para que tal prática funcione bem, a equipe da Mono aposta em peças fáceis de montar. Todos os móveis têm encaixes simples e são feitos de compensado naval, cobertos com uma lâmina de Pinus e têm acabamento em verniz à base d´água.

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“O grande diferencial da marca é que a pessoa pode optar entre produzir por conta própria ou comprar o móvel já com todo o acabamento no e-commerce da Mono. Se ela escolher a primeira opção, a peça é criada de forma rústica, sem a finalização”, declara Denis, que já aplica as peças da Mono nos projetos residenciais do seu escritório, como, por exemplo, esse apartamento integrado.

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Atualmente a marca tem 20 objetos registrados em sua plataforma. Apesar da grande maioria ser de autoria do Studio dLux, a meta para 2016 é diversificar e alcançar a marca de 150 produtos no catálogo. Para isso, a Mono convoca designers de todo o mundo a mandarem seus projetos.

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“No site da Mono existe uma seção para interessados enviarem seus projetos. Nós analisamos se a produção é viável, se for, enviamos o contrato, colocamos na plataforma e o designer ganha 8% a cada venda de produto. Queremos criar uma nova rede de designers”, conclui Denis.

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